quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

parar nas passadeiras

Pois é, é Natal, chove, é stress, compras de Natal, impaciência habitual...
Mas no entanto, e por isso mesmo, as regras são para cumprir, a cortesia no trânsito recomenda-se, e os peões, tal como os restantes condutores (o próximo), devem ser respeitados, tal como nos devem respeitar os restantes.
Mas nunca a vida corre como deve, e se corresse, seria uma chatice.
Exemplo disso, é parar numa passadeira, e acabar por levar uma 'panada' do condutor que conduz o veículo por trás do nosso. Aconteceu-me hoje.
Ou seja, não só como pedestres, muitas vezes, corremos riscos, devido a condutores ignorantes e desrespeitosos, que não param quando devem, também corremos riscos como condutores, devido a condutores ignorantes e desrespeitosos, que não param quando devem, e embatem quando paramos na passadeira.
Enfim, é Natal, mas toda a gente leva a mal levar com um carro pelas costas.
Bolas, tanta pressa, tanta correria, para que????
Cada dia gosto menos de usar o carro na cidade, e conduzir rodeado de verdadeiros selvagens e bestas quadradas ao volante.
Episódios como este só servem para tomar uma solução para o problema: conduzir ainda mais lentamente, e com maior precaução.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

artigo 103º - erro?

Citando o artigo 103º do Código da Estrada:

" Artigo 103.º
1. ----
2. Ao aproximar-se de uma passagem para peões, junto da qual a circulação de veículos não está regulada nem por sinalização luminosa nem agente, o condutor deve reduzir a velocidade e, se necessário, parar para deixar passar os peões que já tenham iniciado a travessia da faixa de rodagem."

Gostaria de ver uma alteração na redacção desse artigo, pois acredito deveria ser retirado o escrito a vemelho.

Os peões deverão passar a ter prioridade sobre os veículos.

Os carros devem cada vez mais ter menos protagonismo e prioridade nas nossas cidades, passando a elemento secundário, de importância menor.



terça-feira, 9 de novembro de 2010

CONDUZIR PARA MATAR?

Se cada vez que entrarmos no nosso veículo, seja carro, autocarro, motocicleta, etc, pensarmos que devemos respeitar os restantes condutores, e também o código da estrada, não se tornarão as estradas mais seguras, calmas e convidativas, reduzindo-se o número apavorante de mortes e feridos que resultam diariamente de práticas animalescas e ignorantes de condução?

É fácil, muito fácil sairmos de casa todos os dias, na condução dos nossos carros, com calma, com respeito pelo próximo, e em obediência do código da estrada.

Mas será que conseguimos atingir esse estado pacífico e de respeito connosco próprios e para com os demais?

E o pedestre? Poderá o pedestre sentir-se seguro cada vez que tentar atravessar a passadeira, se todos tivermos em conta que os devemos respeitar também?

Vamos todos pensar, e começar a praticar uma condução de respeito, cívica, e calma. Não custa nada, nada mesmo.

A mente, o corpo, a alma, e o bolso agradecem.


Conduzimos para matar, ou para viver?